Limpeza de fenol contaminado

sistema de destilação do fenol
Fenol estocado por um longo período pode aos poucos resultar em oxidação ou polimerização. Essas reações indesejadas normalmente deixam o material com uma cor marrom ou preta; quando na verdade deveria ser de cristais claros.

O vídeo abaixo, do canal NileRed, mostra como melhorar a qualidade do fenol por meio de uma destilação à vácuo. Dando atenção ao fato de que fenol e água formam um azeótropo e que o resultado não será um fenol destilado completamente seco. Além disso o NileRed alerta para o fato de ter usado um caminho curto na destilação para evitar uma cristalização do fenol no trajeto antes do frasco coletor.

Vídeo com legendas em português. Ative a legenda usando o botão CC que aparece no vídeo.


Após a destilação o NileRed também faz uma discussão sobre mecanismos de reação propostos para um outro vídeo.

Texto e legenda escritos por Luís Roberto Brudna Holzle – Professor Doutor na Universidade Federal do Pampa ( luisholzle@unipampa.edu.br )

O poder da solução Piranha

algodão em solução piranha
A poderosa mistura de ácido sulfúrico com peróxido de hidrogênio é conhecida como ‘solução piranha’.

O canal NileRed mostra como a solução deve ser preparada e os cuidados que se deve ter com o manuseio desse tipo de solução. Um chumaço de algodão é dissolvido em poucos segundos em contato com o material para demonstrar o que aconteceria com uma peça de roupa em contato com a Piranha.

Veja as proporções e método de preparo no vídeo abaixo.
Vídeo com legendas em português. Ative a legenda usando o botão CC que aparece no vídeo.


Texto e legenda escritos por Luís Roberto Brudna Holzle – Professor Doutor na Universidade Federal do Pampa ( luisholzle@unipampa.edu.br )

Carbonato de cálcio – o gás carbônico capturado

cal viva reagindo
Peter Wothers mostra como as rochas calcárias contém uma grande quantidade de carbonato de cálcio (CaCO3).
Um bloco de calcário aquecido em um forno durante 24 horas fez com que parte do material liberasse gás carbônico (CO2) da estrutura, restando então óxido de cálcio (CaO) – também conhecido como cal viva.
Esses mesmos blocos foram então levados até uma área aberta para mostrar como a reação entre o óxido de cálcio e a água libera uma grande quantidade de calor. O resultado é a formação de hidróxido de cálcio (Ca(OH)2), que é um material muito usado em construções.
Vídeo com legenda em português. Ative usando o botão CC no vídeo.



A existência de grandes reservas de rocha calcária na Terra é uma lembrança de que enormes quantidade de gás carbônico atmosférico foram capturadas durante a história do nosso planeta.

Texto e legenda escritos por Luís Roberto Brudna Holzle – Professor Doutor na Universidade Federal do Pampa ( luisholzle@unipampa.edu.br )

A entropia e a vida na Terra

entropia na terra e tudo mais
Esse vídeo, do canal Minute Physics, é uma excelente forma de aprender um pouco mais sobre a relação entre a entropia e a vida na Terra.
Além disso a explicação dá mais alguns detalhes importantes no entendimento do conceito de entropia como um todo.

Vídeo com legendas em português. Ative as legendas pelo Youtube (clicando no botão CC).


O roteiro foi feito em colaboração com o físico Sean Carrol. E a tradução para o português recebeu revisão da equipe do ‘Em Síntese´.

Veja também o vídeo abaixo (com legendas) sobre a relação entre complexidade e entropia.


Texto e legenda escritos por Luís Roberto Brudna Holzle – Professor Doutor na Universidade Federal do Pampa ( luisholzle@unipampa.edu.br )

Absorção de umidade pelo cloreto de cálcio

cristais brancos sobre vidro com pequenas gotas
No mercado é fácil encontrar produtos que absorvem a umidade do ambiente para minimizar o aparecimento de mofo. Uma parte desses produtos contém em sua composição do cloreto de cálcio, um sal que absorve facilmente a umidade do ar (é dito higroscópico).

Veja no vídeo abaixo como essa absorção da umidade do ar é rápida. O vídeo é um timelapse – uma sequência de centenas de fotografias – de um intervalo de 1 hora e 45 minutos de exposição do cloreto de cálcio ao ar. Rapidamente o sal começa a acumular água que vai sendo absorvida do ambiente.

O cloreto de cálcio é proposto também como uma forma de controlar a poeira em estradas de terra. A facilidade de absorção da umidade do ar faria como que a superfície ficasse úmida diminuindo o problema da poeira.

A capacidade de absorção de água pelo cloreto de cálcio é tamanha que poderia chegar a 6 vezes a sua massa quando em 85% de umidade relativa do ar.

Dicas:
– use o removedor de umidade do ambiente (para diminuir o mofo) apenas em locais restritos, como em armários ou gavetas; ou o produto absorverá água da atmosfera até saturar.
– deixe o material longe do alcance de crianças e animais; e em caso de ingestão procure imediatamente atendimento médico.
– evite o contato do cloreto de cálcio com partes metálicas pois pode levar à corrosão (mesmo sendo o líquido resultante após a absorção da umidade, pois este ainda apresenta o sal dissolvido)

Veja também
Hidróxido de sódio absorvendo água (vídeo em timelapse)

Texto escrito por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle.

NaK – Liga de sódio e potássio

fonte com nak jorrando
A mistura entre os metais sódio e potássio resulta em um líquido (NaK) que tem uma aparência semelhante ao mercúrio.

O NaK tem uma densidade bem baixa; menor do que a da água. Só que não seria uma boa ideia colocar o produto em água, já que a reação produziria hidrogênio e calor; chegando até a causar explosões.

A equipe do Periodic Videos comenta que o setor de pesquisa da Universidade de Nottingham costumava ter um equipamento de demonstração das propriedades do Nak; que foi desmontado por questões de segurança. Na época o interesse era em melhorar os sistemas de refrigeração em reatores nucleares; pois o NaK é líquido e tem uma excelente condutividade térmica.

Veja mais sobre o NaK no vídeo abaixo.

O vídeo possui legendas em português. Ative a legenda pelo botão CC que aparece no vídeo (YouTube).


Texto e legenda escritos por Luís Roberto Brudna Holzle – Professor Doutor na Universidade Federal do Pampa ( luisholzle@unipampa.edu.br )